terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Prece ao rio

"Junto as mãos - certeza, 
olho a escuridão do só-ser e peço: 
Querido tempo, que toda pureza seja perdoada, 
que cada delicadeza seja esperança, 
que sorrir seja sempre simples... 
Respiro. 
E em cada parte que levo e relevo 
percebo que o mundo é prece. 
Obrigada, tempo. 
Em pulmões já repletos de amor confesso- humano: 
Eu nunca deixarei de ver na singeleza de uma gota a verdade do mar. 
Sigo." 
(Lenita Ponce)

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