"Junto as mãos - certeza,
olho a escuridão do só-ser e peço:
Querido tempo, que toda pureza seja perdoada,
que cada delicadeza seja esperança,
que sorrir seja sempre simples...
Respiro.
E em cada parte que levo e relevo
percebo que o mundo é prece.
Obrigada, tempo.
Em pulmões já repletos de amor confesso- humano:
Eu nunca deixarei de ver na singeleza de uma gota a verdade do mar.
Sigo."
(Lenita Ponce)
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